Plantão da Beleza: 02/20/11

Britney Spears - Hold It Against Me e Esclarecimentos.


Bem minhas lindas eu sou doida por Britney e adoro tudo que ela faz e eu não poderia deixar de mostrar o lindo vídeo clip dela para vocês eu já mostrei a música e agora o lindo vídeo cheio de tecnologia adorei mas eu sou meio suspeita para falar né.
confiram !!!!
 



Outra coisinha quero pedir desculpas desde já pela minha ausência pois estou numa correria danada por causa do Carnaval e estou trabalhando muito nesses últimos dias e fica difícil esta mais participativa por aqui. 
Eu tenho que me virar em muitas nesse tempo pois estou trabalhando como Manicura Cabeleireira e Artesã tudo ao mesmo tempo acreditam.
Como muitas sabem eu trabalho com artesanato 
e esta ai a foto do meu trabalho.
Mas fiquem tranquilas por que quem deixar sua marquinha por aqui eu irei retribuir assim que der tá .

Estou muito grata pelo carinho que todas deixam por aqui, vocês nem imaginam a felicidade que fico em sempre ver cada uma comentando por aqui, adoroooooooooooooooooooo todas.

E quem ainda não participou do sorteio esta na hora de participar o tempo esta acabando .
Clique Aqui !
você tem até 10 de Março 
Participe!!!


Vamos saber mais sobre absorventes.

 
Mulheres improvisavam com panos, chumaço de lã e rolinho de grama
Dizia o comercial de TV que incomodadas ficavam as nossas avós. Ele tinha razão. Antes da invenção do absorvente descartável, a mulherada sofria. E improvisava.
De acordo com dados da instituição americana Museu da Menstruação e da Saúde Feminina, na Antiguidade, em Roma, as mulheres enfiavam pequenos chumaços de lã no interior da vagina para conter o fluxo menstrual. Em algumas tribos da África, usavam rolinhos de grama. As gregas revestiam ripas de madeira com várias camadas de retalho. Já as japonesas se viravam confeccionando canudinhos de papel. Na Indonésia, fibras vegetais eram usadas na tentativa de absorver o fluxo, ao passo que, no Egito, canutilhos de papiro faziam as vezes de absorvente higiênico. Todas essas invenções eram intravaginais – por isso, era melhor deixar um pedacinho para fora, para facilitar a retirada.

Registros arqueológicos mostram que, desde o século 15 a.C, as mulheres já pensavam em alguma espécie de proteção para aqueles dias. Mas uma das referências mais conhecidas acerca do assunto é encontrada nos escritos deixados pelo grego Hipócrates, mencionando expressamente a utilização de protetores intravaginais entre suas contemporâneas – ele viveu de 460 a 370 a.C.
Durante toda a Idade Média uma opção eram as toalhinhas higiênicas, feitas de qualquer resto de tecido – não raro, elas levavam ao surgimento de coceiras, assaduras e irritações no corpo. De todo modo, qualquer coisa devia ser melhor do que o isolamento a que as mulheres de diversas tribos indígenas eram submetidas: elas ficavam longe dos olhos dos outros, sentadas numa espécie de ninho, que absorvia o sangue.

Só no século 19 têm início pesquisas voltadas ao desenvolvimento de apetrechos mais funcionais. Em 1933 o absorvente interno foi patenteado, mas a novidade só chegou ao Brasil 40 anos depois. Por outro lado, toalhas descartáveis já ocupavam as prateleiras desde o fim da Primeira Guerra. Algumas tinham o formato de uma calcinha, ficando presas à cintura, enquanto outras eram presas com alfinetes – os absorventes com fita adesiva chegaram em 1970.
Um alívio sem precedentes, que livrou as mulheres de preocupações, como a de o que fazer para que ninguém visse o varal coalhado de retalhos suspeitos – afinal, as moças de boa família não podiam expor suas intimidades.

Muitos são os modelos, tamanhos, texturas, perfumes de absorventes a variedade disponível no mercado é enorme, mas, mantidos por muito tempo em contato com a pele, eles podem acabar causando grande incomodo e até alergias.
Os absorventes internos, por exemplo, são bem higiênicos e práticos, mas para utilizá-los sem correr riscos é preciso conhecer seu corpo. O absorvente interno pode causar alergias, ruptura do hímen, dor e lesão com sangramento.
É imprescindível prestar bastante atenção na hora de colocá-lo, pois às vezes a mulher coloca na posição invertida, ou seja, com o cordão para o lado de dentro. Isso dificulta a retirada e, algumas vezes, a mulher precisa ir ao ginecologista para se livrar do absorvente.



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